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Os riscos de usar remédio por conta própria

É cada vez mais comum encontrar medicamentos armazenados em casa. Os analgésicos e antitérmicos são os principais alvos da automedicação em casos de emergência, pois prometem aliviar de imediato o mal-estar.

O que muitas pessoas desconhecem é que essas drogas quando são tomadas por conta própria, sem orientação dada pelos médicos e supervisão de farmacêuticos, podem provocar sérios riscos à saúde. Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (Abfarma), cerca de 20 mil pessoas morrem no país vítimas da automedicação.

Nem todo mundo trata o assunto com a seriedade que ele merece. Qualquer dor de cabeça basta para correr à farmácia e pedir uma caixa daquele remédio que alguém na família tomou – mas isso pode ser um tiro no pé quando o assunto é usar antibióticos, uma vez que eles precisam de prescrição médica rigorosa. Existem várias fórmulas para combater a mesma doença, e só um médico sabe a mais adequada.

No Brasil, a prática de ingerir remédios por conta própria é estimulada pela facilidade de adquirir os remédios, que são vendidos livremente em farmácias e outros estabelecimentos. “A gente tem uma facilidade muito grande de ter esses medicamentos hoje em dia. Em farmácia você encontra uma disponibilidade muito grande”, comentou o infectologista Gustavo Mustafa, gerente de risco do Projeto Hospitais Sentinela, da ANVISA, e toxicologista do Centro de Informação

Antiveneno (CIAVE), localizado no Hospital Roberto Santos. “A forma que se vê farmácia aqui no Brasil é muito diferente de outros lugares. Aqui é vista quase como um supermercado onde as pessoas têm os produtos lá disponíveis e qualquer pessoa pode pegar e escolher ali sem orientação”, acrescentou Mustafa.

Em caso de Intoxicação, o Centro de informação Antiveneno (CIAVE) disponibiliza uma central de atendimento telefônica 24h através do número 0800 2844343 que está à disposição da população.
Mustafa reforça que a propaganda dos laboratórios acaba sendo um canal de vício para pessoas que se medicam por conta própria: “Essa propaganda vende produtos como se fossem milagrosos quando na verdade esses produtos têm uma certa limitação e a questão não tem nenhuma restrição então a pessoa usa e leva para suas casas e usa como quer”,justificou Mustafa.

Fonte:Jornal Fala Comunidade

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