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Entenda mais sobre Autismo

No dia 2 de abril é comemorado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, saber um pouco mais sobre a doença ajudar a quebrar tabus e preconceitos.

O autismo é um transtorno de desenvolvimento que aparece nos três primeiros anos de vida. O autismo afeta o desenvolvimento normal do cérebro relacionado às habilidades sociais e de comunicação.

Causas

O autismo é uma doença física vinculada à biologia e à química anormais no cérebro. As causas exatas dessas anomalias continuam desconhecidas, mas essa é uma área de pesquisa muito ativa.

Provavelmente, há uma combinação de fatores que leva os fatores genéticos do autismo parecem ser importantes. Por exemplo, é muito mais provável que dois gêmeos idênticos tenham autismo do que gêmeos fraternos ou irmãos.

Da mesma forma, as anomalias de linguagem são mais comuns em parentes de crianças com autismo. Anomalias cromossômicas e outros problemas do sistemas nervoso (neurológicos) também são mais comuns em famílias com autismo.

Já houve suspeitas de várias outras causas possíveis para o autismo, mas nenhuma foi comprovada. Elas incluem:

  • Dieta
  • Alterações no trato digestório
  • Contaminação por mercúrio
  • A incapacidade do corpo de utilizar vitaminas e minerais de forma adequada
  • Sensibilidade a vacinas

Autismo e vacinas

Muitos pais têm medo de que alguma vacina não seja segura e que possa prejudicar seu bebê ou criança com autismo. Eles podem pedir ao médico ou enfermeira que esperem ou até mesmo recusar a aplicação da vacina. No entanto, é importante pensar também nos riscos de não vacinar a criança.

Algumas pessoas acreditam que uma pequena quantidade de mercúrio (chamada de timerosal), que é um conservante comum em vacinas multidose, causa autismo ou TDAH. No entanto, as pesquisas NÃO indicam que esse risco seja verdadeiro.

A American Academy of Pediatrics e The Institute of Medicine (IOM) dos EUA concordam que nenhuma vacina ou componente dela é responsável pelo número de crianças que atualmente são diagnosticadas com autismo. Eles concluíram que os benefícios das vacinas são maiores do que os riscos.

Todas as vacinas de rotina da infância estão disponíveis em formas de dose única em que não foi adicionado mercúrio.

Quantas crianças têm autismo?

O número exato de crianças com autismo é desconhecido. Um relatório publicado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA sugere que o autismo e seus distúrbios relacionados são muito mais comuns do que se imaginava.

Não está claro se isso se deve a um aumento na taxa da doença ou à maior capacidade de diagnóstico do problema.

O autismo afeta 3 a 4 vezes mais meninos do que meninas. Renda familiar, educação e estilo de vida parecem não influenciar no risco de autismo.

Alguns médicos acreditam que a maior incidência de autismo se deve a novas definições do transtorno. O termo “autismo” agora inclui um espectro mais amplo de crianças. Por exemplo, hoje em dia, uma criança diagnosticada com autismo altamente funcional poderia ser simplesmente considerada estranha há 30 anos.

Outros transtornos de desenvolvimento pervasivo incluem

  • Síndrome de Asperger (como o autismo, mas com desenvolvimento normal da linguagem)
  • Síndrome de Rett (muito diferente do autismo e só ocorre no sexo feminino)
  • Transtorno desintegrativo da infância (doença rara em que uma criança adquire as habilidades e depois esquece tudo antes dos 10 anos de idade)
  • Transtorno de desenvolvimento pervasivo – não especificado (TPD-NE), também chamado de autismo atípico

Exames

Todas as crianças devem fazer exames de desenvolvimento de rotina com o pediatra. Podem ser necessários mais testes se o médico ou os pais estiverem preocupados.
Para autismo, isso deve ser feito principalmente se uma criança não atingir os seguintes marcos de linguagem:

  • Balbuciar aos 12 meses
  • Gesticular (apontar, dar tchau) aos 12 meses
  • Dizer palavras soltas antes aos 16 meses
  • Dizer frases espontâneas de duas palavras aos 24 meses (não só repetir)
  • Perder qualquer habilidade social ou de linguagem em qualquer idade

Essas crianças poderão fazer uma avaliação auditiva, teste de chumbo no sangue e teste de triagem para autismo (como a lista de verificação de autismo em crianças [CHAT] ou o questionário para triagem de autismo).

Um médico experiente no diagnóstico e tratamento de autismo normalmente é necessário para fazer o diagnóstico. Como não há testes biológicos para o autismo, o diagnóstico muitas vezes será feito com base em critérios muito específicos de um livro chamado Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 4º ed.

Uma avaliação de autismo normalmente inclui um exame físico e neurológico completo.

As crianças com autismo ou suspeita de autismo normalmente passarão por testes genéticos (em busca de anomalias nos cromossomos).

O autismo inclui um amplo espectro de sintomas. Portanto, uma avaliação única e rápida não pode indicar as reais habilidades da criança.
O ideal é que uma equipe de diferentes especialistas a avalie a criança com suspeita de autismo. Eles podem avaliar:

  • Comunicação
  • Linguagem
  • Habilidades motoras
  • Fala
  • Êxito escolar
  • Habilidades de pensamento

Às vezes, as pessoas relutam em fazer o diagnóstico porque se preocupam em rotular a criança. No entanto, sem o diagnóstico, a criança pode não receber os tratamentos e os serviços necessários.

Fonte: Web

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